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	<title>CDV - Centro de Diagnóstico Veterinário - Laboratório, ELISA, MORMO, AIE</title>
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	<description>Exames de MORMO, AIE, ELISA, BRUCELOSEetc.</description>
	<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:21:35 +0000</pubDate>
	
	<language>en</language>
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		<title>Alterações plaquetárias em cães e gatos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Chaves</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Daniel]]></category>

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		<description><![CDATA[Plaquetas ou trombócitos são pequenos fragmentos citoplasmáticos derivados de megacariócitos. São produzidas principalmente na medula óssea e também em outros sítios hematopoiéticos. Sua vida-média é de 5 dias no cão e 30 horas no gato. Sua liberação na circulação ocorre por estímulo da trombopoietina e sua concentração circulante é regulada não pelo número de plaquetas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Plaquetas ou trombócitos são pequenos fragmentos citoplasmáticos derivados de megacariócitos. São produzidas principalmente na medula óssea e também em outros sítios hematopoiéticos. Sua vida-média é de 5 dias no cão e 30 horas no gato. Sua liberação na circulação ocorre por estímulo da trombopoietina e sua concentração circulante é regulada não pelo número de plaquetas, mas pela massa plaquetária circulante total.</p>
<p>Seu papel na hemostasia primária é aderir ao colágeno subendotelial exposto após a lesão vascular e atuar na hemostasia secundária com fatores responsáveis pela estabilização do coágulo.</p>
<ul>
<li><strong>Trombocitopenia: </strong>a redução do número de plaquetas no sangue é a causa mais comum de sinais clínicos de sangramento em cães e pode ocorrer em conseqüência de:</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>A)</strong> <strong>Diminuição na produção</strong> - normalmente uma depressão medular provada por:</p>
<p> </p>
<p>1. Fármacos - quimioterapêuticos, ácido acetil salicílico, paracetamol, estrogênio endógeno/exógeno, furosemida, fenilbutazona, penicilina, estreptomicina, tetraciclinas, griseofulvina, sulfonamidas, dentre outros;</p>
<p>2. Imuno-mediada - trombocitopenia amegacariocítica;</p>
<p>3. Causas infecciosas - p. ex. erliquiose (causa mais comum), toxinas bacterianas, micotoxinas;</p>
<p>4. Uremia.</p>
<p> </p>
<p><strong>B) Vida-média reduzida e/ou aumento da destruição plaquetária</strong></p>
<p> </p>
<p>1. Causas infecciosas;</p>
<p>2. Processos imuno-mediados;</p>
<p>3. Hemorragia aguda e severa;</p>
<p>4. Coagulação Intravascular Disseminada (CID);</p>
<p>5. Alterações funcionais plaquetárias adquiridas ou congênitas.</p>
<p> </p>
<p><strong>C) Redução do número de plaquetas </strong></p>
<p> </p>
<p>1. Causas tóxicas: fármacos, uremia, bacteremia, micoses;</p>
<p>2. Anemias ferroprivas severas;</p>
<p>3. Hemodiluição: infusão com colóides, cristalóides, plasma.</p>
<p> </p>
<p><strong>D) Distribuição anormal </strong>(seqüestro de plaquetas)</p>
<p> </p>
<p>1. Esplenomegalia;</p>
<p>2. Hipotermia severa;</p>
<p>3. Endotoxemia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>E) Mecanismos idiopáticos/multifatoriais </strong>(diminuição na produção e redução da meia-vida plaquetária)</p>
<p> </p>
<p>1. Anafilaxia;</p>
<p>2. Doenças infecciosas: babesiose, cinomose, parvovirose, erliquiose, infecções por FeLV ou FIV, endotoxemia, histoplasmose, leishmaniose, leptospirose.</p>
<p>3. Neoplasia: carcinomas, sarcomas, linfoma, leucemias.</p>
<p> </p>
<p>A severidade da trombocitopenia<strong> </strong>pode auxiliar no diagnóstico e tratamento. Trombocitopenia leve (100 a 175.000 plaquetas/μL) pode não ser específica de uma doença em particular. Contagens inferiores a 20.000 plaquetas/μL em cães sugerem trombocitopenia imuno-mediada. Sinais clínicos como epistaxe, púrpuras, melena, hematúria, hematêmese, hemorragia petequial e equimose são mais comuns em trombocitopenia severa (&lt; 20.000 plaquetas/μL). Alguns animais podem não apresentar sinais de sangramento com 10.000 plaquetas/μL, embora outros os apresentem com contagens entre 30.000 a 50.000 plaquetas/μL ou mais.</p>
<p>O diagnóstico da causa da trombocitopenia deve exigir do médico veterinário uma investigação clínica mais aprofundada, além da necessidade de alguns exames laboratoriais não rotineiros, tais como Mielograma, Teste de Coombs, dentre outros. Uma avaliação hematológica diária se faz necessária para acompanhar a evolução do quadro clínico, mesmo após a instituição de um protocolo terapêutico. Muitas das vezes é preciso ajustar dosagem ou o próprio protocolo.</p>
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		<title>CDV mudará Nome e Marca</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
O ano de 2010, para o Centro de Diagnóstico Veterinário - CDV, é de para grande importância. Trata-se de um divisor de águas para uma nova etapa da empresa: a mudança de nome e marca. Isso mesmo, o CDV será CERNITAS. Cernitas é uma palavra que deriva de um termo italiano, que significa triagem, mistura, refino. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/09/cernitas-marca-v2cmyk-2.jpg" rel="shadowbox[post-746];player=img;"><img class="size-thumbnail wp-image-748 alignleft" title="cernitas-marca-v2cmyk-2" src="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/09/cernitas-marca-v2cmyk-2-150x150.jpg" alt="cernitas-marca-v2cmyk-2" width="156" height="150" /></a></p>
<p>O ano de 2010, para o Centro de Diagnóstico Veterinário - CDV, é de para grande importância. Trata-se de um divisor de águas para uma nova etapa da empresa: a mudança de nome e marca. Isso mesmo, o <strong>CDV </strong>será<strong> CERNITAS</strong>. Cernitas é uma palavra que deriva de um termo italiano, que significa triagem, mistura, refino. Tudo a ver com as atividades desenvolvidas pela empresa desde a sua criação.</p>
<p>A nova marca representa movimento de moléculas num universo desconhecido que precisa ser desvendado. Também simboliza um grande dinamismo, e é com esse entendimento que a empresa se mobilizou para ampliar a colaboração à saúde animal e humana, buscando, incessantemente, a excelência nos serviços para oferecer as ferramentas necessárias para o bem-estar animal e da população em geral.</p>
<p>A mudança de nome e marca não é algo simples e exige um amadurecimento da empresa, que tem bem definidos seu público e serviços.</p>
<p> </p>
<p><strong>10 ANOS DE ATUAÇÃO</strong></p>
<p>A história do CDV começou em fevereiro de 2000, quando foi inaugurada a sede própria, um local que apresentava condições adequadas para o bom desempenho dos serviços laboratoriais.</p>
<p>Foi o momento de ampliar a área de atuação e, buscar o credenciamento junto ao Ministério da Agricultura para realizar o exame de Anemia Infecciosa Equina. Quatro anos depois, em 2004, veio outro grande salto: o primeiro laboratório do Brasil a ser credenciado para realizar o exame de Mormo.</p>
<p>A partir daí, a empresa não parou mais. Em 2009 foi credenciada realizar o diagnóstico de Brucelose e agora em 2010 atingiu o processo de mudança de marca, com a previsão de nova ampliação do escopo de atuação, desta vez para a área de Análises de Alimentos e Água.</p>
<p>Entretanto, vale ressaltar que o foco no diagnóstico foi mantido, buscando a valorização do médico veterinário e a melhoria da qualidade de vida dos animais e da população.</p>
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		<title>Auditoria interna no CDV</title>
		<link>http://www.cdvma.com.br/content/2010/08/auditoria-interna-no-cdv/</link>
		<comments>http://www.cdvma.com.br/content/2010/08/auditoria-interna-no-cdv/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 12:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Como atividade inerente ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), o Centro de Diagnóstico Veterinário (CDV) iniciou sua auditoria interna no mês de junho. Segundo Dra. Analy Cavalcante, gerente da qualidade, os trabalhos serão encerrados no final de agosto. Com a auditoria interna, pretendemos identificar as não conformidades em todos os setores do laboratório. De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como atividade inerente ao Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), o Centro de Diagnóstico Veterinário (CDV) iniciou sua auditoria interna no mês de junho. Segundo Dra. Analy Cavalcante, gerente da qualidade, os trabalhos serão encerrados no final de agosto. Com a auditoria interna, pretendemos identificar as não conformidades em todos os setores do laboratório. De posse do relatório gerado a partir desses dados, será realizada uma análise crítica e tomadas as medidas necessárias para corrigir as possíveis falhas, afirma Dra. Analy.</p>
<p>A auditoria interna está sendo realizada por auditores escolhidos na própria equipe de colaboradores da empresa. Os auditores foram treinados e receberam material necessário para o desenvolvimento das tarefas. Aline Chaves, assistente de gestão da qualidade, explica que a auditoria é constituída de um questionário, aplicado em cada setor e de uma avaliação <em>in locu</em>. Essa avaliação inclui o fluxo das atividades, o conhecimento mínimo do colaborador sobre a legislação que regulamenta as suas tarefas, os equipamentos e a infraestrutura do local.</p>
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		<title>Informativo Brucelose</title>
		<link>http://www.cdvma.com.br/content/2010/07/informativo-brucelose/</link>
		<comments>http://www.cdvma.com.br/content/2010/07/informativo-brucelose/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo em vista algumas dúvidas surgidas em relação aos testes de brucelose informamos o que segue:
 

As amostras deverão estar devidamente identificadas, conservadas em gelo (refrigeradas até 8 dias após a coleta);
As amostras enviadas deverão vir acompanhadas do Formulário de Encaminhamento de Amostra, devidamente preenchido e assinado pelo medico veterinário habilitado ou pelo serviço oficial de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo em vista algumas dúvidas surgidas em relação aos testes de brucelose informamos o que segue:</p>
<p> </p>
<ol type="1">
<li>As amostras deverão estar devidamente identificadas, conservadas em gelo (refrigeradas até 8 dias após a coleta);</li>
<li>As amostras enviadas deverão vir acompanhadas do Formulário de Encaminhamento de Amostra, devidamente preenchido e assinado pelo medico veterinário habilitado ou pelo serviço oficial de defesa sanitária; </li>
<li> Os formulários necessários para encaminhamento das amostras encontram-se disponíveis na recepção e no site do CDV, no endereço: <a href="http://www.cdvma.com.br/content/requisicoes/grandes-animais/">http://www.cdvma.com.br/content/requisicoes/grandes-animais/</a> . (clique para ir direto ao arquivo);</li>
<li>Para realização do exame  2-Mercaptoetanol (2-ME),  é necessário apresentar o laudo com resultado positivo para o teste do Antígeno Acidificado Tamporado (AAT), uma vez que o 2-ME é um teste confirmatório em animais reagentes ao teste do AAT; </li>
<li>Se a amostra enviada para realização de teste do 2-ME vier desacompanhada do laudo do AAT com resultado positivo, é necessário que este seja realizado primeiramente; </li>
<li>As informações detalhadas sobre os critérios de aceitabilidade e rejeição de amostras para brucelose encontram-se disponíveis no site do CDV, no endereço: <a href="http://www.cdvma.com.br/content/2009/11/especificacoes-e-criterios-de-aceitabilidade-e-rejeicao-de-amostras/">http://www.cdvma.com.br/content/2009/11/especificacoes-e-criterios-de-aceitabilidade-e-rejeicao-de-amostras/</a> . (clique para ir direto ao arquivo).</li>
</ol>
<p> Solicitamos a todos que observem  as  especificaçõe acima, a fim de que não haja devolução ou descarte das amostras, uma vez que este laboratório é obrigado a cumprir as determinações do Ministério da Agricultura e do Sistema de Gestão da Qualidade em vigor, além de garantir a confiabilidade dos resultados.</p>
<p> </p>
<p>PS: Para demais esclarescimentos entrar em contato com o CDV</p>
<p>(98) 3244-3416</p>
<p><a href="mailto:cdv@cdvma.com.br">cdv@cdvma.com.br</a></p>
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		<title>Informativo</title>
		<link>http://www.cdvma.com.br/content/2010/07/informativo/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 01:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[boletim-cernitas
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/07/boletim-cernitas.pdf">boletim-cernitas</a><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/07/informativo.ppsx"></a></p>
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		</item>
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		<title>Contra-prova em exames de AIE e MORMO</title>
		<link>http://www.cdvma.com.br/content/2010/06/contra-prova-em-exames-de-aie-e-mormo/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A contra-prova é uma prerrogativa  prevista na legislação que regulamenta o controle e erradicação da anemia infecciosa eqüina e do mormo no Brasil, facultada ao Médico Veterinário requisitante ou ao proprietário dos animais. Trata-se de um novo exame, realizado com a amostra conservada no laboratório. O laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura é obrigado a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/06/cavalo1.jpg" rel="shadowbox[post-691];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-692" title="cavalo1" src="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/06/cavalo1-150x150.jpg" alt="cavalo1" width="150" height="150" /></a>A contra-prova é uma prerrogativa  prevista na legislação que regulamenta o controle e erradicação da anemia infecciosa eqüina e do mormo no Brasil, facultada ao Médico Veterinário requisitante ou ao proprietário dos animais. Trata-se de um novo exame, realizado com a amostra conservada no laboratório. O laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura é obrigado a separar a amostra em duas alíquotas, sendo uma para a realização do exame e a outra lacrada e armazenada a -20 <sup>o</sup>C durante 30 dias. Esse é o período que o interessado em realizar a contra-prova deve solicitá-la ao órgão competente, normalmente a agência de defesa agropecuária ou ao próprio ministério da agricultura.</p>
<p>                A solicitação é feita pelo requisitante do exame, o qual pode acompanhar a realização da contra-prova pessoalmente ou através de um representante legal. Além do médico veterinário requisitante, um representante do Ministério da Agricultura e/ou do órgão de defesa agropecuária estadual devem acompanhar a realização do exame. Entretanto, a ausência destes não inviabiliza a realização do mesmo.</p>
<p>                Antes de iniciar a execução da contra-prova, o médico veterinário do serviço oficial de defesa agropecuária lavra uma ata de abertura dos trabalhos, que é assinada por ele, pelo responsável técnico do laboratório credenciado e pelas testemunhas. Da mesma maneira, no dia da leitura do resultado do exame, outra ata de encerramento é lavrada e assinada.</p>
<p>                O resultado da contra-prova é comunicado diretamente ao serviço oficial de defesa agropecuária do Estado e para o Ministério da Agricultura.</p>
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		<title>CONEVET abordará sobre ética e bem estar animal</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 01:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O III Congresso Estadual de Medicina Veterinária (CONEVET) que será realizado no Brisamar Hotel em São Luís no período de 25 a 27 de junho fará uma série de discussões sobre ética e bem estar animal. Palestrantes vindos de diversos estados e instituições estarão apresentando temas atuais sobre ética e bem estar na reabilitação animal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O III Congresso Estadual de Medicina Veterinária (CONEVET) que será realizado no Brisamar Hotel em São Luís no período de 25 a 27 de junho fará uma série de discussões sobre ética e bem estar animal. Palestrantes vindos de diversos estados e instituições estarão apresentando temas atuais sobre ética e bem estar na reabilitação animal, bem estar de bovinos leiteiros, princípios éticos da dor e analgesia, dentre outros assuntos relevantes para a sociedade. O evento também contemplará as áreas de produção e sanidade animal e qualidade dos alimentos. Como atividades pré-congresso, serão oferecidos dois mini-cursos: Odontologia eqüina e Gestão sanitária da bovinocultura de corte.</p>
<p>Contaremos com a presença de diversos palestrantes, incluindo membros da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) e professores, pesquisadores da EMBRAPA, Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Estadual Paulista, Ministério da Agricultura dentre outros. Essas pessoas virão a São Luís para uma troca de experiência com acadêmicos, profissionais que estão em diversas áreas de atuação das ciências agrárias, professores e demais participantes do CONEVET, destaca a profa. Alana Lisléia, presidente do congresso.</p>
<p>Durante o CONEVET, estarão ocorrendo também o I Encontro Nacional de Ética e Bem Estar na Reabilitação Animal, o V Congresso municipal de medicina veterinária e a III Semana Acadêmica do Curso de Medicina Veterinária da UEMA. Os organizadores estão aguardando um grande público para o evento, que já é considerado pelos profissionais das ciências agrárias um conclave científico consolidado que, além da sua importância para reciclar os técnicos que atuam na capital e no interior, é uma oportunidade para os colegas se encontrarem e trocar experiências, além de um grande momento de congraçamento. A organização do evento está contando com 300 participantes. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas na sede da SOMEVEMA ou através do telefone (98) 3244-4896 ou ainda pelo e-mail <a href="mailto:somevema@ig.com.br">somevema@ig.com.br</a>.</p>
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		<title>Programa de Prevenção e Controle de AIE</title>
		<link>http://www.cdvma.com.br/content/2010/06/programa-de-prevencao-e-controle-de-aie/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 01:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A EMBRAPA realizou estudo no qual afirma que o controle da Anemia Infecciosa Equina (AIE) é possível, de acordo com as realidades regionais. Os eqüídeos são ferramentas de trabalho essenciais à mais importante atividade econômica do Pantanal - a pecuária de corte, a qual é desenvolvida extensivamente na região. A Anemia Infecciosa Eqüina (AIE), conhecida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/06/equinos.jpg" rel="shadowbox[post-683];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-684" title="equinos" src="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/06/equinos-150x150.jpg" alt="equinos" width="150" height="150" /></a>A EMBRAPA realizou estudo no qual afirma que o controle da Anemia Infecciosa Equina (AIE) é possível, de acordo com as realidades regionais. Os eqüídeos são ferramentas de trabalho essenciais à mais importante atividade econômica do Pantanal - a pecuária de corte, a qual é desenvolvida extensivamente na região. A Anemia Infecciosa Eqüina (AIE), conhecida mundialmente como Febre-do-pântano, é considerada uma das principais doenças que acometem eqüídeos no Pantanal.</p>
<p>Durante seis anos, entre 1990 e 1995, a Embrapa Pantanal conduziu pesquisas sobre a AIE na região, as quais envolveram 28 fazendas e 3.285 eqüinos. Estudos epizootiológicos permitiram a obtenção de um perfil de prevalência da AIE em eqüinos, em relação ao sexo, idade e manejo. Também, estudos sobre vetores (mutucas) incluíram o levantamento e sazonalidade de espécies, definição das épocas de maior risco de transmissão e aspectos da interação vetor-hospedeiro. Tais estudos originaram um Programa de Prevenção e Controle da AIE efetivamente adequado à realidade do Pantanal. De forma resumida, esse Programa baseia-se no diagnóstico inicial e monitoramento periódico dos animais da propriedade, separação e manejo adequado de animais positivos e negativos e obtenção de potros negativos a partir de fêmeas positivas. A validação dessa tecnologia foi realizada com sucesso em propriedades da região; em uma das fazendas acompanhadas, uma prevalência inicial de 42,7% foi reduzida a zero, em três anos.</p>
<p>Extraído da Circular Técnica nº 29</p>
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		<title>NOVO HEMOGRAMA</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 13:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O CDV implantou uma nova tecnologia para a avaliação hematológica de rotina na clínica veterinária. O objetivo desse investimento é o mesmo que sempre motivou as ações da empresa: colocar a classe veterinária em condições de realizar um bom diagnóstico. O equipamento adquirido disponibiliza um hemograma com 19 parâmetros automatizados, permitindo que o profissional do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cdvma.com.br/content/?attachment_id=670"></a><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/04/contador20hematologico12.jpg" rel="shadowbox[post-668];player=img;"></a><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/04/foto-hemograma21.jpg" rel="shadowbox[post-668];player=img;"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-676" title="foto-hemograma21" src="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2010/04/foto-hemograma21-150x150.jpg" alt="foto-hemograma21" width="150" height="150" /></a><a rel="attachment wp-att-669" href="http://www.cdvma.com.br/content/?attachment_id=669">O CDV implantou uma nova tecnologia para a avaliação hematológica de rotina na clínica veterinária. O objetivo desse investimento é o mesmo que sempre motivou as ações da empresa: colocar a classe veterinária em condições de realizar um bom diagnóstico. O equipamento adquirido disponibiliza um hemograma com 19 parâmetros automatizados, permitindo que o profissional do laboratório tenha mais tempo para avaliar a celularidade e possíveis alterações microscópicas no sangue dos animais.</a></p>
<p>A contagem de plaquetas, de grande importância clínica, já estará incluída no hemograma. A automação desse parâmetro eleva a precisão da contagem, dando maior confiabilidade ao resultado e, consequentemente ao diagnóstico clínico realizado pelo médico veterinário.</p>
<p>Considerando o fato de que São Luís é uma cidade com elevada ocorrência de leishmaniose visceral canina, o hemograma dessa espécie continuará fornecendo o teor de proteínas plasmáticas, visto que essa informação auxilia o profissional na hora de formular sua suspeita clínica, principalmente nos casos assintomáticos e oligossintomáticos. Sabe-se que o protozoário do gênero <em>Leishmania</em> apresenta elevada imunogenicidade e, consequentemente, as imunoglobulinas estarão elevadas. Essa é uma ferramenta inespecífica, mas que serve para alertar o profissional, que deve, a partir dessa informação, instituir um protocolo diagnóstico para eliminar ou confirmar a sua suspeita.</p>
<p>Outra vantagem da automação hematológica é o volume requerido para o exame. Cada teste é realizado com apenas 9 a 20µL, permitindo a análise de sangue de animais de laboratório (camundongos, ratos e outros). Este fato não elimina a necessidade do envio de amostras com equilíbrio proporcional de sangue e anticoagulante para evitar hemodiluições ou presença de coágulos. A fase pré-analítica é, sem dúvida, importantíssima no processo de diagnóstico laboratorial, considerando-se que a amostragem é determinante para todas as outras etapas de desenvolvimento das análises. Um dos parâmetros mais alterados pela hemodiluição é o volume globular ou hematócrito. Mas o número de eritrócitos e o teor de hemoglobina, além do VGM e CHGM também podem ser afetados.</p>
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		<title>CAEV</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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O CDV já está realizando exame para o diagnóstico de Artrite Encefalite Caprina Viral (CAEV). Esta é uma doença infecciosa específica dos caprinos que se apresenta de forma crônica na grande maioria dos casos, caracterizando-se por um longo período de incubação e uma evolução clínica lenta e progressiva. Os animais infectados se tornam portadores permanentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal; mso-outline-level: 3;"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2009/10/caprino2.jpg" rel="shadowbox[post-395];player=img;"></a><a href="http://www.cdvma.com.br/content/wp-content/uploads/2009/10/caprino2.jpg" rel="shadowbox[post-395];player=img;"></a><a href="http://www.cdvma.com.br/content/?attachment_id=453"></a></span></p>
<p>O CDV já está realizando exame para o diagnóstico de Artrite Encefalite Caprina Viral (CAEV). Esta é uma doença infecciosa específica dos caprinos que se apresenta de forma crônica na grande maioria dos casos, caracterizando-se por um longo período de incubação e uma evolução clínica lenta e progressiva. Os animais infectados se tornam portadores permanentes do vírus, o qual pode estar presente em todos os líquidos biológicos do organismo animal.</p>
<p>O diagnóstico laboratorial é de grande importância porque a maioria dos casos não apresenta sinais clínicos aparentes.</p>
<p>O exame é feito com o soro sanguíneo. O material deve ser encaminhado juntamente com a requisição devidamente preenchida e assinada por um médico veterinário.</p>
<p>O resultado é liberado em quatro dias. O laboratório recebe amostras de segunda a sábado das 8:00 às 17:00h.</p>
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